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Knorr lança promoção "Festa na Panela" exclusiva para a região Nordeste

Além de oferecer qualidade e praticidade, a marca presenteia os consumidores com utensílios de cozinha personalizados

Aproveitando o clima das festas juninas, Knorr preparou para o mês de junho uma ação especial: a Promoção "Festa na Panela", que acontece nas lojas do supermercado Bom Preço da região Nordeste. Na compra de R$ 8,00 em produtos Knorr, sendo ao menos um caldo, o consumidor pode ganhar na hora um jogo americano, uma espátula ou uma concha personalizados, que vão deixar a sua casa no clima junino.

A promoção acontece durante o mês de junho, ou enquanto durarem os estoques. Os postos de troca estão localizados dentro das lojas participantes localizadas nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Fortaleza, Campina Grande, Caruaru, Olinda e Recife.

Fonte: Cidade Marketing

Perdigão investe em marketing cultural e apoia festas juninas de São Paulo

Junho é o mês de São João, Santo Antônio e São Pedro, período em que festas homenageando esses santos são organizadas pelas ruas, clubes e escolas de São Paulo. É durante essas comemorações que amigos e familiares se reúnem para experimentar receitas típicas criadas por cozinheiros que participam das celebrações. Pensando nesse público a Perdigão irá apoiar as Festas Juninas mais tradicionais de São Paulo com ingredientes que serão utilizados nas receitas típicas oferecidas nos eventos.

A campanha "São João dá uma fome" faz parte da estratégia da marca de estar presente em festas que simbolizam a cultura brasileira. "As Festas Juninas já fazem parte do calendário de todo paulistano e representam uma parte das tradições brasileiras. Queremos ajudar os cozinheiros que participam desses eventos a desenvolver aquela receita especial oferecendo produtos de qualidade do portfólio da Perdigão", explica Christiane Dorigon, diretora de marketing do Food Services BRF.

O clube Pinheiros, que organiza há mais de 60 anos uma das festas mais tradicionais da cidade, terá barracas com quitutes feitos com produtos da Perdigão. Além dele, a marca também irá apoiar as festas dos colégios Santo Américo, Sagrado Coração de Jesus, Rainha da Paz, Santa Cruz e Cei Pinheiros.

Fonte: Cidade Marketing

Celulares serão recarregados com energia solar em NY

A cidade de Nova York será equipada aos poucos com as estações móveis de recarga, movidas a energia solar. A novidade é fruto do trabalho entre a Goal Zero, empresa que produz carregadores solares; AT&T, da área de telefonia; e o estúdio de design Pensa.

A proposta do grupo é substituir as cabines telefônicas, praticamente extintas, por centrais em que qualquer pessoa pode recarregar seu celular de maneira limpa e gratuita.

A estrutura, aparentemente, é apenas um poste, equipado com quatro suportes, onde os usuários podem apoiar seus celulares. Na superfície de cada uma das centrais foram instaladas três placas fotovoltaicas de 15 watts e baterias que armazenam a energia produzida.
As unidades podem ter suas baterias totalmente carregadas em até quatro horas nos dias de sol. Mas, o sistema também absorve os raios UV quando os dias estão nublados. A central é capaz de recarregar celulares que tenham entrada USB, mini USB, iPhone 4 e iPhone 5.

A primeira central foi instalada em Fort Green Park, no Brooklyn, e a intenção é expandir o sistema para diversos outros bairros que tenham altos índices de pessoas se deslocando a pé. Por estar independente das redes de transmissão, o sistema funciona mesmo que o restante da cidade sofra um apagão.

Fonte: Promoview

O ativo mais importante da empresa

A reputação de uma empresa é seu bem mais valioso, seu ativo mais importante. Em tempos em que o consumidor está mais participativo por meio das redes sociais, é preciso saber gerir com maestria a imagem da companhia, caso contrário, a vida desta pode estar correndo um grande risco. "Na era da informação e do conhecimento que estamos vivendo, a alternativa muitas vezes segura e confortável do ´low profile´ não está mais disponível. Todo mundo tem uma opinião sobre todas as corporações e tem meios de multiplicar esta", afirma Dalton Pastore, CEO da Corpora – BR, empresa com foco na reputação corporativa com ações de branded content e brand experience.

O executivo destaca que o compartilhamento das informações sobre determinada empresa não se restringe aos clientes. "Funcionários, fornecedores, distribuidores, imprensa, legisladores, agentes de regulação; todos tem influência no sucesso ou no fracasso da corporação", diz. Pastore ainda acrescenta que dentro da organização, o dono, CEO da empresa é quem tem a primeira responsabilidade sobre a imagem corporativa, sobrevindo para todos os diretores e, por fim, os funcionários.

A reputação ainda pode comprometer no lucro, impactar a concorrência, atrair – ou repelir -, mais consumidores, por isso o gerenciamento da imagem se torna vital para o negócio, algo que pede um sólido plano de negócios, alinhado a estratégias mais assertivas . "As principais empresas e corporações do mundo tratam da reputação de maneira profissional, com apoio de inteligência estratégica especializada, diz Pastore. "Uma conexão falha com os stakeholders (públicos de contato) pode comprometer a habilidade de uma corporação para contar com sua boa vontade, confiança e suporte. O que, por sua vez, certamente irá tornar mais difíceis os objetivos traçados no plano de negócios", conclui.

Prevenir para não remediar

A maneira como a crise de uma imagem é gerenciada pode ser decisiva a companhia. Saber manejar, sem descuidos, a reputação de uma empresa desde -sempre – é fundamental para o êxito desta."As corporações precisam hoje em dia alinhar o corporate value que oferecem a sociedade, com os anseios de seus stakeholders e seu plano de negócios. Em um assunto tão fundamental, como reputação, não há espaço para improvisações", finaliza Pastore.

Fonte: ClienteSA

Seis lições de empreendedorismo de Michael Jackson

Polêmico, mesmo quatro anos depois de sua morte, Michael Jackson ainda é um misto de herói e bandido, que desperta amores e ódios muito intensos. Ao mesmo tempo em que foi o centro de problemas sérios na Justiça e crises pessoais e familiares, é reconhecido como um dos maiores gênios da música pop mundial. E é justamente de sua carreira profissional que podemos tirar algumas lições que escapam ilesas às máculas sofridas por sua imagem.

Em um artigo publicado no Administradores.com pouco depois da morte de Jackson, o palestrante Fabiano Brum destacou alguns pontos relativos ao perfil empreendedor do rei do pop, que começou a cantar muito jovem, soube fazer parcerias de sucesso, conseguiu trabalhar com relativa independência, soube identificar oportunidades e, quase sempre, calculou bem os riscos de suas empreitadas.

Confira as lições destacadas por Brum:

1 – Não existe idade para empreender

Jackson começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5. Em 1972, aos 13 anos, iniciou sua carreira solo, pois era evidente o seu talento e como havia se destacado em meio aos demais componentes do grupo.

2 – Parcerias de sucesso

Michael Jackson sempre foi reconhecido por fazer parcerias estratégicas que lhe renderam resultados espetaculares, como com o produtor Quincy Jones (uma espécie de mentor em sua carreira). “Off the Wall”, o primeiro trabalho que lançaram, atingiu vendagem acima de 20 milhões de discos. Michael tinha talento para construir boas parcerias, tendo trabalhado junto com artistas como Paul McCartney, Slash (guitarrista do Guns ‘n Roses), Eddie Van Halen, Lionel Ritchie, entre outros.

3 – Independência e autoconfiança

Graças ao sucesso em sua carreira solo, aos 13 anos o astro começou a se libertar das garras do pai que o humilhava publicamente. Em 1983, vingando-se contra anos de maus tratos e humilhação, Michael demite seu pai que ainda atuava como seu empresário. No especial para a TV sobre os 25 anos da Gravadora Motown, Jackson exigiu cantar uma de suas próprias músicas, diferentemente dos demais convidados, que relembraram antigos sucessos da gravadora. Ao som de Billie Jean, Michael chocou o público com o passo monnwalk, que se tornaria uma de suas marcas registradas.

4 – Busca de oportunidades e correr riscos calculados

Por várias vezes, Michael Jackson investiu dinheiro de seu próprio bolso para bancar suas ideias, já que algumas delas eram tão ousadas que assustavam sua gravadora. Em 1982, o disco Thriller chegou às lojas e pulverizou todos os parâmetros para medir um álbum bem sucedido. O LP chegou a vender 1 milhão de cópias por semana, rendendo-lhe 140 discos de ouro e platina. Das 9 faixas que compunham o disco, sete chegaram ao Top 10 da Billboard. Thrilller vendeu 106 milhões de cópias.

4 – Inovação

Michael Jackson tem mais vendagens do que Beatles e Elvis Plesley juntos. Há três semanas do Natal de 1983, foi lançado o vídeo de Thriller, o mais ambicioso projeto de Michael Jackson. Sofisticação, duração, equipe e orçamento dignos de cinema, o clipe se tornou instantaneamente a referência máxima do gênero e um dos pilares da cultura pop. O vídeo triplicou a venda do disco e ajudou a popularizar a MTV.

5 – Crie uma marca

Michael sabia muito bem como usar algumas ferramentas de marketing. Era especialmente notável sua capacidade de criar marcas. Como Elvis Presley já era “O Rei do Rock”, Jackson resolveu batizar-se de “O Rei do Pop”. Além disso, ele soube criar outras referências junto aos seus fãs, como o passo moonwalk, a luva branca em apenas uma das mãos, suas roupas, entre outras.

6 – Seja socialmente responsável, retribua

Michael Jackson fez contribuições para 39 casas de caridades, além de promover inúmeras outras ações sociais. Suas músicas podiam facilmente transpor barreiras nacionais, assim como de idade e sexo. Em 1985 ajudou a promover a mega campanha USA for África. A música-tema “We Are The World” (“Nós somos o mundo”), composta por Michael Jackson e Lionel Ritchie, reuniu 44 cantores da “nata” do pop americano. Estima-se que esta ação tenha gerado aproximadamente US$ 50 milhões. Em 2001, Michael Jackson ganhou do Guinness Book o título de artista que mais contribuiu com obras de caridade em toda a história.

As falhas

Em seu artigo, após ressaltas as lições, Fabiano Brum lembra que o cantor também cometeu seus deslizes e pagou caro por eles. “Michael Jackson também cometeu inúmeros erros do ponto de vista estratégico do empreendedorismo, e estes fatores causaram estragos em sua carreira, em suas finanças e arranhões em sua imagem”, afirma, ressaltando, no entanto, que tais erros não diminuem a validade dos bons exemplos.

Fonte: Administradores.com