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Ikea cria catálogo com realidade aumentada

Uma pergunta comum no momento de comprar móveis por catálogo, internet, ou até mesmo na loja, é: “Como será que vai ficar lá em casa?”. E, mesmo que a pessoa pense muito, às vezes não é possível escolher o sofá, mesa, ou escrivaninha ideal.

Para ajudar os clientes a escolherem melhor e terem a possibilidade de visualizar os móveis que escolheram para suas salas, cozinhas e quartos, Ikea desenvolveu um catálogo com tecnologia de realidade aumentada por meio dos smartphones.
Os usuários devem escanear as páginas indicadas para “projetar” os móveis dentro dos diferentes espaços da casa para determinar como eles ficariam ali.

Para habilitar essa função, é necessário instalar uma aplicação móvel que se conecta ao catálogo e permite a sincronização com o smartphone ou tablete. O aplicativo está disponível em Android e iOS e corresponde ao catálogo 2014 de Ikea.

Fonte: Promoview

Samsung desafia pessoas com testes de sobrevivência

Depois da Heineken e sua Departure Roulette, agora é a vez da Samsung mergulhar no universo das webséries de aventura com SOS Island: Survival of the Smartest – uma espécie de versão branded de survivor.

A primeira fase, já em andamento, é a seleção de 16 competidores que passarão por um treinamento com o especialista em sobrevivência Les Stroud.
Podem se inscrever pessoas de todo o mundo, desde que tenham mais de 18 anos, estejam disponíveis entre 30/09 e 09/12 e que sejam elegíveis para o visto norte-americano.

Durante o treinamento, previsto para acontecer durante uma semana, oito competidores já serão eliminados, enquanto outros oito seguem para uma ilha do Caribe. Lá, a “luta pela sobrevivência” dos participantes será transmitida ao vivo pelo YouTube e Facebook, e o público poderá votar em seus favoritos via Twitter, Facebook e Instagram.

Além da sobrevivência, os competidores vão enfrentar desafios em que terão de mostrar suas habilidades fotográficas utilizando produtos da Samsung, como o smartphone Galaxy S4 e a câmera Galaxy NX. O prêmio para todo esse esforço será uma ilha, no valor de US$ 100 mil.

Por trás de toda essa produção está o especialista em reality-shows Craig Borders, que acredita no potencial deste projeto, que apesar de “ambicioso, tem tudo para ser inesquecível”.

Fonte: Promoview

Tirolesa e chopp vão embalar ação da Heineken no RiR

O esforço promocional está centrado nas latinhas mas, durante o Rock in Rio, a Heineken vai utilizar o seu chopp para qualificar a experiência da marca pelo consumidor. Novos equipamentos e treinamento dos tiradores de chopp estão na estratégia da marca, além de novidades na tirolesa, a atração mais adorada pelos participantes. cuja montagem começa a ser feita esta semana pela M.Checon.

Segundo Bernardo Spielmann, Gerente de Marca da cervejaria Heineken, ” o Chopp pra gente é bem interessante para proporcionar ao consumidor uma experiência de consumo adequada. Com esse produto a gente consegue garantir uma temperatura correta e uma forma de servir que nem sempre conseguimos replicar com outras embalagens. É por isso que estamos investindo forte no segundo semestre, tanto na mídia tradicional, como também em grandes eventos como o Rock in Rio, para expandir o contato do consumidor com o Chopp”.
Como pano de fundo para esta experimentação, a Heineken voltará a usar a tirolesa como principal elemento ativação durante os dias do evento no Rio. ”Ela já foi o high light de 2011, escolhida pelos fãs que foram ao Rock in Rio, como a melhor atração do evento, e por isso volta em 2013 com uma pequena surpresa”, informou Spielmann.

“A saída ( ponto de partida de quem conseguir brincar) será como em 2011. A diferença é que a gente está adequando este ano o espaço e na chegada teremos um bar esperando pelo convidado. Os holandeses do Heineken Experience, que vem de Amsterdã, vão estar na chegada da tirolesa tirando o Chopp na hora e servindo para quem chegar até ali”, revela o executivo.

“Todos os maiores de 18 anos que descerem da tirolesa e chegarem ao bar Heineken terão um Chopp complementar como cortesia, proporcionando uma experiência completa de divertimento e de experimentação do produto”, informa Bernardo. “Além disso estaremos com o Chopp Heineken em todos os bares do evento, e para isso adquirimos chopeiras de última geração recém-compradas para o Rock in Rio, que proporcionarão a melhor experiência de consumo.”

A marca treinará todos os operadores que estarão servindo na cidade do Rock para garantir a perfeita execução do método star surf. Este é um ritual utilizado no mundo inteiro, para garantir um produto igual independente de qual cidade o consumidor esteja, e que consiste em cinco passos:

Em primeiro lugar vem o enxague, e depois o chopp é despejado com o copo no ângulo de 45°. O terceiro passo é cortá-lo com uma espátula também utilizando o ângulo de 45°, e então o tirador de chopp checa para ver se a espuma está exatamente no ”ombrinho” da estrela vermelha – que é a referência do colarinho. Por fim o produto é servido acompanhado da bolacha com a logo voltada para o consumidor.
A atenção aos detalhes sintetiza o esforço, que não visa hectolitragem, e sim experiência de marca. “O Chopp é um produto que hoje tem um peso mais de imagem, do que de volume absoluto do produto; além de que a embalagem em si da nossa marca também é muito rentável para a companhia e para os nossos parceiros, os bares. Por isso, tornou-se uma embalagem que hoje tem um impacto relativamente pequeno, dentro do portfólio da marca – representa cerca de 7% do total de modelos, e no Brasil, 3%. Para a Heineken, isso já representa mais que a média e para a gente tem esse peso fundamental que é a proposta de valor para o consumidor e valor para os parceiros”. finaliza Bernardo

Detalhes técnicos à parte, não resta dúvida de que voar sobre o palco no Rock in Rio e, do outro lado, baixar a adrenalina com um chopp gelado e bem tirado, é uma destas experiência que qualquer consumidor deseja. Você não?

Fonte: Promoview

Como você ou sua empresa ganham dinheiro?

Para ter uma ideia do seu modelo de negócio responda algumas perguntas como:
•O que você vende? Qual é o valor que o seu cliente compra de você?
•Quem é o seu cliente? Para quem você vende?
•Como você entrega este valor ao seu cliente?
•Como você se relacionam com seu cliente? Você quer mantê-lo como cliente ou o relacionamento com os clientes é uma prospecção de novos clientes?
•Como isso tudo gera receita para a sua organização?

Por outro lado:
•O que você faz para gerar valor ao seu cliente? Quais as suas tarefas?
•O que você precisa para realizar estas tarefas? Quais os recursos indispensáveis para conseguir tal feito?
•Você tem parcerias estratégicas? Você precisa delas? Se sim, quais são? Quais os benefícios estas parcerias lhe trazem?
•Quais os custos que tudo isso lhe acarreta?

Se você trabalha em uma grande empresa, os seus clientes são as pessoas que lhe cercam.Se você é um empreendedor e possui ao seu lado pessoas que lhe ajudam a empreender cada vez mais, estes são seus clientes juntamente com aquelas pessoas que estão fora da organização e lhe pagam pelo seu produto ou serviço.

A proposta de valor para cada um destes dois públicos é diferenciada, consequentemente suas atividades e recursos também são. O seu Modelo de Negócio pode não estar no âmbito organizacional, mas sim um Modelo de Negócio pessoal. E a sua receita não precisa ser somente dinheiro.

Pense:

Qual o seu Modelo de Negócio enquanto marido/esposa/filho(a)?

Qual o seu Modelo de Negócio enquanto vizinho(a)?

Qual o seu Modelo de Negócio enquanto cidadão/cidadã?

Para cada Modelo de Negócio destes há um cliente diferente, assim como uma proposta de valor, forma de relacionamento, forma de entrega de valor, fonte de receita, atividades necessárias para fazer o Modelo de Negócio funcionar, recursos para tal, parcerias e custos diferenciados.

Você sabe qual é o seu Modelo de Negócio? E o Modelo de Negócio da sua empresa?

Afinal como sua empresa ganha dinheiro?

Se você não sabe pode estar jogando dinheiro fora ou deixando de ganhar pelo simples fato de você não ter claramente definido o seu Modelo de Negócio.

Fonte: Administradores

O treinamento e a eficácia da qualificação profissional nas empresas

A escassez de profissionais não é a única preocupação das empresas brasileiras quando o assunto é gente. Os jovens têm chegado menos qualificados ao mercado de trabalho, exigindo ainda mais investimentos em treinamento e atuação do departamento de Recursos Humanos das companhias.

Como falta material humano, as organizações acabam promovendo pessoas que ainda não tinham a devida qualificação. Muitos tem tido sua carreira acelerada, chegando inclusive a ocupar posições de liderança sem o devido preparo. É nesse momento que entra o RH, para atuar no desenvolvimento do profissional, escolhendo o treinamento adequado para cada perfil. É importante lembrar que treinamento é investimento. Há empresas que reservam até 2% do faturamento para isso e não podem errar.

A decisão entre o treinamento coletivo e o individual será decisiva para a escolha da melhor capacitação. Nesse sentido, o Assessment é uma ferramenta que se torna uma grande aliada. Trata-se de uma avaliação que permite descobrir o potencial dos profissionais, identificar eventuais gaps e obter um perfil completo do funcionário, deixando mais claro o caminho a seguir para o seu desenvolvimento.

O treinamento tradicional é mais eficiente para um aprendizado coletivo, para atividades técnicas, processos, sistemas e cultura da empresa. Já o coaching é focado no individual e voltado para competências comportamentais, que são as mais complexas de serem aprimoradas e praticamente inviáveis de serem desenvolvidas em um treinamento coletivo.

Mesmo com a opção de ferramentas de apoio, é comum observar empresas que tem feito escolhas equivocadas em termos de treinamento. Em uma visão rápida, existem treinamentos coletivos que são oferecidos para vários funcionários e que acabam surtindo efeito para poucos, pois nem todos precisariam ser desenvolvidos no tema abordado.

O resultado que a empresa obtém com o treinamento acaba sendo insatisfatório e o que era um investimento torna-se uma despesa sem retorno. À primeira vista, a sensação é que o custo do coaching é muito maior que o do treinamento coletivo, mas se for avaliado o benefício que ele traz, seu retorno é expressivo e os resultados são percebidos em pouco tempo.

Fonte: Administradores