Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Eles acham que embalagem “é tudo”!

Ninguém duvida que a embalagem ocupa um papel importante em nossas vidas, pois estamos o tempo todo em contato com ela. Quando abrimos o armário da dispensa, elas estão lá, na geladeira, nos bares e restaurantes onde entramos, nas farmácias e no supermercado, então…

Os sociólogos e os artistas da pop-art olharam para ela com os outros olhos, uns viram na embalagem uma importante referência para avaliar o estágio de desenvolvimento da cultura material de uma determinada sociedade e os outros viram nela uma manifestação da própria cultura.

Os profissionais de marketing fizeram dela uma ferramenta fundamental para conduzir os produtos de consumo ao sucesso num cenário competitivo cada vez mais complexo e congestionado, como o que vemos hoje em tempos de globalização.

Os economistas encontram na produção e consumo de embalagens um importante termômetro para avaliar o nível da atividade econômica.

E o meio-ambiente agradece toda vez que os índices de reciclagem, reutilização e degradabilidade das embalagens aumenta.

São muitas as implicações que ela tem em nossa sociedade e estas utilizações vêm ganhando importância conforme a sociedade humana progride e as cidades urbanizadas crescem a tal ponto que a vida nas grandes metrópoles já não seria possível sem embalagens que conservam os produtos, pois o abastecimento diário de alimentos para populações acima de cinco milhões de habitantes numa mesma cidade é inviável tecnicamente.

Os estudos científicos e o desenvolvimento tecnológico fizeram com que novos materiais e processos permitissem que alimentos durassem anos, podendo ser estocados, transportados e utilizados muito longe da data e do lugar onde foram produzidos.

Os consumidores que são a verdadeira razão de ser da embalagem. Consideram-na algo muitíssimo importante em suas vidas, chegando ao ponto de não distinguirem ou separá-la do produto. Para eles, a embalagem e o produto são uma coisa só, constituem uma entidade indivisível. Um item que segundo eles, é cada vez mais relevante no processo de escolha dos produtos.

Quando profissionais e empresários que estão na ponta da cadeia em contato direto com os consumidores no momento de compra, andando pelos corredores o dia todo e vendo o que acontece, afirmam que ”embalagem é tudo”, nós temos que considerar seriamente a possibilidade deles estarem certos.

Elas são um fator decisivo para o sucesso dos produtos de consumo e dos estabelecimentos onde estes produtos são expostos. É necessário aprofundar-se cada vez mais na utilização da embalagem, pois um dos grandes fatores de sucesso de um produto é uma boa embalagem.

Fonte: Fábio Mestriner – Presidente da ABRE Associação Brasileira de Embalagem

Funcionários Satisfeitos Aumentam a Lucratividade das Empresas

Um estudo realizado pela Bain & Company´s mostrou que somente 50% dos trabalhadores da linha de frente das companhias consideram que seus empregadores merecem que eles lhes sejam leais.

Tal situação vem fazendo com que esses trabalhadores, em milhares de empresas em todo o mundo, derrubem a fidelização de Clientes.

Essa ocorrência não é uma resposta à rotatividade maior de trabalhadores, provocada pelas empresas diante de pressões por aumentos de salários, porque o período de recessão econômica, percebido em todo o planeta, exerce na realidade uma constante pressão redutora nos preços e, conseqüentemente, esfria as pressões por reajustes salariais.

Não percebendo a real dimensão do problema, os empregadores classificam esse baixo índice de lealdade dos funcionários como normal e garantem que trata-se de uma conseqüência da baixa lucratividade das próprias empresas.

O problema é que a filosofia de lealdade – de clientes e de funcionários – como estratégia de negócios, é a grande força propulsora que precede o crescimento, os lucros. O valor percebido e duradouro é, enfim, a razão do sucesso financeiro da companhia.

Assim, é inevitável lembrar que a falta de lealdade dos funcionários está diretamente ligada à redução dos lucros da empresa. O comprometimento dos empregados responsáveis por manter os relacionamentos com os clientes é o caminho seguro para uma empresa conseguir clientes fiéis.

Outro detalhe importante apontado no estudo da Bain & Company´s, indica que os funcionários não são leais aos seus empregadores porque não acreditam que estes agirão de forma justa e honesta com eles.

O impasse precisa ser resolvido. As companhias não podem perder clientes por não se preocuparem em manter funcionários. Assim como é necessário conquistar e manter os clientes certos, também é necessário conquistar e manter os funcionários certos, o que implica na conquista da lealdade, tanto de clientes quanto de funcionários.

Fonte : Frederick Reichheld – Responsável pela mensuração da Lealdade no mapa, conforme destaca o jornal americano The New York Times. Além de proferir palestras por quatro continentes, tem seu trabalho destacado por algumas das maiores publicações mundiais como Wall Street Journal, New York Times, Fortune, Business Week e, dentre outros, The Economist.

Pesquisa conclui que a falta de motivação é a maior dificuldade no trabalho

De agosto de 2005 a abril de 2006, a SEC Talentos Humanos conduziu uma pesquisa para avaliar qual a maior dificuldade enfrentada pelos profissionais no trabalho e percebeu que, diferentemente do que acontecia anteriormente, a instabilidade não é mais a grande preocupação do profissional brasileiro.

Dos 484 votos, 28% apontaram que a falta de motivação no departamento em que trabalham é a grande vilã. Em segundo lugar, com 16%, ficou o gerenciamento de conflitos. Empataram em terceiro lugar, com 12% dos votos, a sobrecarga de trabalho e a luta do perfeccionismo versus o tempo. Os outros itens considerados a maior dificuldade no trabalho foram:
– 11% – Administração do tempo.
– 10% – Acúmulo de funções.
– 7% – Falta de cooperação da equipe.
– 5% – Falta de preparação técnica para as atividades.

A SEC, consultoria liderada por Stefi e Vivian Maerker, surgiu em 1996 com a missão de se tornar um ícone no segmento de recrutamento, seleção e treinamento de profissionais da área administrativa. Em 10 anos de entrevistas, reuniões e cursos, as executivas da empresa acompanharam as mudanças do mercado corporativo e da realidade nas empresas, fazendo um paralelo do mercado com os profissionais brasileiros.

"Percebemos que profissionais motivados, comprometidos, treinados e preparados para suas funções entendem que precisam administrar sua vida, o que pode ser trabalhoso, mas não impossível”, comentou Stefi Maerker, sócia-diretora da SEC. “Difícil mesmo é ter toda esta energia para trabalhar com parceiros ou equipes desinteressadas, sem foco e desmotivadas".

De acordo ainda com a pesquisa, organizações deste século devem manter um ambiente dinâmico que permita ao seu colaborador interagir, aprender, questionar e crescer conscientemente. "Sempre existirão empresas de todos os tipos: atualizadas, centralizadas, arcaicas, modernas, dinâmicas e assim por diante. Mas as que sobreviverão são aquelas que conseguirem manter o espírito de equipe, a parceria e a complementaridade nos trabalhos de seus colaboradores, onde nenhum profissional é mais importante do que o outro, pois basta uma pessoa desmotivada para que o resultado final saia diferente", diz Stefi.

Fonte: Stefi e Vivian Maerker – SEC

A Questão da Gravidez no Auge da Carreira

Ser vaidosa, ter sucesso na profissão ocupando cargos de liderança, cuidar do lar. A jornada de trabalho da mulher moderna não é fácil. Com tantas tarefas dá para engravidar? Sim, mas a insegurança no trabalho é grande.

Cada vez mais a mulher tem conquistado cargos de confiança e liderança em grandes organizações, passando a ser o maior salário da casa ou a chefe da família. No entanto, “é natural e justo que as empresas que empregam mulheres para seus cargos de comando esperem o mesmo desempenho atribuído aos homens, inclusive com relação à gestão do tempo”, explica Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br, um dos maiores sites de recrutamento on line do Brasil.

Segundo o especialista, para que o trabalho da mulher na empresa não seja prejudicado, primeiramente ela deveria investir o máximo e, se possível, até mesmo abrir mão da dupla jornada contratando alguém para as funções domésticas. “Só que esse quadro muda totalmente quando o assunto é gravidez. Não dá para se contratar uma ‘mãe substituta’”, diz Abrileri.

Nesta hora, é comum a mulher moderna se deparar com um grande dilema: investir na carreira ou investir na criação dos filhos? Dá para estas situações coexistirem? Por conta das dificuldades na gestão de tempo, hoje, a mulher que tiver intenção de ascensão na carreira e quiser ser mãe, vive um grande conflito.

De fato, saber dividir o tempo entre a vida pessoal com filhos e a profissional é um desafio e tanto. Por isso, cada vez mais, mulheres fazem a opção pela maternidade com a idade mais avançada, entre 35 e 39 anos de idade. O especialista, nesse caso, questiona se esta é uma boa alternativa. “Talvez antecipar o sonho com a chegada dos filhos, passar os primeiros anos, que são os mais difíceis, quando se é mais jovem e se tem mais vigor, para depois conciliar as duas tarefas seja uma opção interessante”, analisa.

De todo modo, qualquer que seja o momento da gravidez, sempre haverá uma necessidade de superação por parte da mulher. Nesta hora, é necessária a compreensão de todos: por parte dela, não se esquecendo de que a empresa necessita de seu trabalho e de seus talentos, mas também por parte da empresa, superiores, pares e subordinados, lembrando que a maternidade faz parte da vida das mulheres e que todas elas estão sujeitas a isto. Na empresa, deverá ser mais fácil obter a compreensão das outras mulheres, mas os homens deverão lembrar de seu círculo familiar: mãe, irmã, esposa, filha e tentar oferecer à gestante a mesma compreensão e carinho que daria a uma destas.

É possível haver transtornos durante a gravidez para as gestantes e, com isso, algumas perdas para a empresa, mas, por outro lado, o momento traz para a mulher grandes mudanças e amadurecimento em vários sentidos. Corporações que resolveram acreditar em suas executivas, ajudarem a lidar com a maternidade de forma natural e ainda ajudarem as profissionais nessa fase, no saldo geral, foram surpreendidas com o desempenho das mulheres. O que comprova que a maternidade, em muitos casos, é saúde para o ambiente de trabalho também.

“Elas são capazes de dar um gás durante a gestação e, quando retornam sem medo do que vão encontrar, podem apresentar resultados ainda melhores que os anteriores. Têm, na verdade, uma alta capacidade de redimensionar os problemas, além de flexibilidade e resistência”, analisa o presidente.

Hoje, chegam até a Curriculum.com.br histórias de executivas que encararam o dilema, engravidaram, tiveram seus filhos e ainda se deram bem na profissão. “Muitas empresas necessitam de mulheres em cargos de chefia pelo dinamismo, flexibilidade e sensibilidade que só elas têm”, conclui Marcelo Abrileri. O que mostra que as mulheres vão almejar, conquistar e ganhar ainda mais créditos no mercado de trabalho provando mais que capacidade, um poder feminino e suave para crescer.

Fonte: Marcelo Abrileri – presidente da Curriculum.com.br

Três Pecados Capitais

A maioria dos negociadores comete três erros comuns, que prejudicam o entendimento da mensagem de seus interlocutores.

Primeiro: alguns acreditam que negociar seja simplesmente um ato de persuadir e, para estes, persuadir significa falar mais do que o oponente. Acham que falar é uma postura ativa e ouvir é algo passivo.

Eles se esquecem, porém, que é muito difícil persuadir outras pessoas quando você não sabe o que realmente as motiva.

O segundo erro grave é preparar-se demais para aquilo que se deseja falar e ficar pensando nisso enquanto o seu oponente está falando. Perdemos informações valiosas e parecemos desligados do que está acontecendo na mesa de negociações.

Não se preocupe tanto com o que falar, vai chegar a sua vez. Preocupe-se mais com o que está sendo dito no momento e quais informações estão sendo liberadas.

O terceiro problema está nos filtros e preconceitos que todos nós temos e que não nos permitem ouvir aquilo que não queremos ouvir. Esquisito? Não, veja só este exemplo.

Durante nosso tempo de ginásio, já tivemos professores que tinham um determinado cacoete verbal, do tipo “né”, “entendeu” e outros similares. Quantas vezes já fizemos apostas com a turma do fundo da sala para ver quantos “né” seriam ditos naquela aula?

Será que prestamos atenção na aula ou filtramos tudo, ouvindo somente o “né”? O mesmo raciocínio vale para sotaques de diferentes origens, pessoas que usam um vocabulário diferente do nosso, etc.

Fonte: Negociando para Ganhar por Márcio Miranda