Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

O marketing e a integração com a tecnologia

Não é de hoje que sofremos uma forte tendência mundial para que a produção de campanhas passe a ser mais inteligente, desde a sua criação até a forma como são entregues.

Com a ascensão dos novos canais de venda on-line, a entrega de qualquer material em uma campanha de marketing começa a ter um peso diferente. É preciso entender exatamente como aquilo se difere de um custo padrão de operação e como mensurar quais retornos (tácitos e tangíveis) podem ser obtidos a partir disso.

Este é o motivo pelo qual o marketing passa a ser cada dia mais estratégico e tecnológico. Está nas mãos dos CMO’s (e futuros CMT’s) resolver o desafio de criar um modelo capaz de proporcionar uma gestão unificada de múltiplos canais de venda, com informações específicas do consumidor por canal (comportamento de compra, experiências proporcionadas pelo contato com produtos correlacionadas ao perfil de consumo de cada usuário) – Referência: Omni channel.

Os marketeiros padrão irão se transformar em especialistas tecnológicos para cada modelo de venda e publicação de ofertas de sua companhia, isso transforma a dinâmica convencional do marketing.

Além da tradicional produção, passaremos a contar com times cada vez mais ligados a controle e gerenciamento de indicadores de consumo, usuários de novas tecnologias.

Os líderes de marketing serão os especiaslistas e responsáveis por viabilizar as vendas em qualquer modelo, on e off-line. Um reflexo prático desse desafio é a dificuldade que grandes players B2C possuem ao tentar migrar ou iniciar um modelo de vendas on-line (e-commerce), ou como empresas B2B, quando precisam ou desejam ampliar seu mercado por meio de uma estratégia de LongTail com uma oferta SaaS (Software As A Service).

Boa parte deles precisa começar uma nova empresa e duplicar parte de suas estruturas de backoffice para simplesmente operarem um novo canal de venda, sem nenhuma garantia de que estão aproveitando o que já foi construído no modelo off-line ou de que serão capazes de direcionar seu modelo para uma maior probabilidade de vendas por meio desta experiência, junção do modelo atual com o futuro (off/on, on-premisses/on-line respectivamente).

Ao observar os índices de crescimento dos investimentos em comunicação e marketing, estudos recentes de mercado apontam que dentro de alguns anos os CMOs terão mais budget para gastar com tecnologia do que os CIOs.

As mídias, o perfil das ofertas, os investimentos, os profissionais, tudo está mudando! Além disso, já existe uma forte entrada de mecanismos não convencionais de venda, começando pelas plataformas que são bem diferentes das que tínhamos até algum tempo.

No futuro, mais importante do que estar conectado, será a capacidade de conseguir ofertar seus produtos em qualquer canal desejado, sem nenhuma dependência manual ou necessidade de duplicação ou aumento de custos.

O conceito “smart” que foi introduzido e lançado dentro dos celulares está ganhando forma e será predominante na maioria dos produtos no futuro (smart watch, smart glass, smart wall etc.).

Em linha com isso, hoje, grande companhias e anunciantes não aceitam mais só investir em campanhas, elas querem ter e ver o retorno disso, precisam de índices e métricas palpáveis que, por exemplo, permitam calcular o ROI (Return On Investiment) e o ROA (Return On Assets), indicadores que apontam o retorno do investimento feito pelas empresas.

Cruzar a base financeira com informações de vendas se torna um mecanismo, cada vez mais, essencial para promover ações assertivas. Todas essas ações envolvem diretamente a utilização de novas tecnologias.

É por isso que o marketing passa cada vez mais a consumir diferentes tipos de tecnologia. Toda essa transformação deixa claro que o cenário dos negócios mudou e vai mudar mais ainda. A integração entre o marketing e a tecnologia elimina barreiras e facilita o engajamento entre a marca e o consumidor.

* Guilherme Aere dos Santos é diretor comercial de tecnologia da Arizona.

Fonte: Promoview

Neymar é a estrela de campanha contra o câncer de mama

Assim como no futebol, a melhor defesa contra o câncer de mama é o ataque. Por isso, o Instituto Arte de Viver Bem (IAVB) escalou o craque Neymar Jr., do Barcelona e da Seleção Brasileira, para uma jogada perfeita: aparecer em plena Times Square e servir de inspiração nessa luta.

A campanha criada pela agência VML tem o objetivo de ressaltar a importância da visita regular ao médico, da mamografia e da prática de exercícios, que pode ajudar na prevenção da doença ou na recuperação de quem está em tratamento.
No dia 1º/08, um painel no ponto mais movimentado de Nova York exibiu a mensagem: “Fico muito feliz em apoiar uma causa tão nobre como essa contra o câncer de mama. É importante que todas as mulheres façam os exames de prevenção contra a doença e que suas famílias as apoiem nessa luta”.

Em seguida, apareceu a imagem de Neymar Jr. vestindo uma camiseta com duas bolas de futebol, em referência ao esporte que o consagrou, no lugar das mamas.
“Contar com um nome como o de Neymar Jr., em evidência no cenário nacional e internacional, traz ainda mais visibilidade para a nossa causa e ajuda a difundir os cuidados básicos que todas as pessoas devem tomar em relação ao câncer de mama”, comenta Valéria Baraccat Gyy, fundadora do Instituto, além de ser uma vencedora na luta contra a doença.

Para viabilizar a exibição das imagens em um dos painéis mais emblemáticos da publicidade no mundo, a agência contou com a colaboração da PR Newswire, principal fornecedora global de plataformas multimídia, que também é uma das empresas parceiras do IAVB. O instituto também conta com o apoio das principais revistas, mídias on-line e indoor.

A ação dá continuidade à campanha lançada em 2011, que incluiu veiculação em painéis da Times Square e contou com o apoio de atletas como Ronaldinho Gaúcho, Hortência, Tony Kanaan, Vitor Belfort, Emerson Fittipaldi, Cesar Cielo, Anderson Varejão e Marta.

“O resultado foi impressionante e abriu caminho para que agora o Neymar Jr. também apoiasse o movimento”, comenta Vitor Knijnik, VP de Criação da VML.

Fonte: Promoview

Marketing Digital?

A primeira idéia que uma pessoa tem quando não há algum conhecimento de marketing nela é que existem diferenças entre o marketing digital e o marketing tradicional e se me perguntassem se há alguma diferença, eu logo diria que há e que não há! Calma, não estou louco! Há diferença porque as ferramentas utilizadas para a execução das estratégias de marketing digital são acopladas as ferramentas do tradicional, como redes sociais, blogs, midias alternativas, SEO para sistemas de busca e etc, essas que o marketing tradicional não conhecia, diria também que não há diferença entre eles, porque as técnicas aplicadas e seus conceitos estratégicos são os mesmos, ainda dira que é o mesmo marketing aplicado em lugares diferente.

É perecível alguém ser bom de marketing digital se não conhece o tradicional, visto que são os mesmos com aplicações diferentes, aplicações em mundos diferentes apenas, o virtual e o físico.

SEGUEM ALGUMAS DEFINIÇÕES DE MARKETING

Mix de marketing

O mix de marketing conhecido como composto de marketing ou até mesmo 4 Ps ( Produto, Preço, Promoção, Praça ) derivado do inglês ( product, price, place, promotion ) é a soma de ferramentas para aplicação em estratégias de marketing afim de atingir seu publico alvo. Ferramentas essas que são utilizadas no Marketing Digitale que já a muito existia no Marketing Tradicional.

Marketing esportivo

É o conceito aplicado as industrias de esportes com base em (bens, serviços, pessoas, lugares e ideias), hoje é muito difundido entre os meios digitais, mais um exemplo de paridade.

Marketing pessoal

O marketing pessoal é mais difundido atualmente quanto antes, pois a diversidade de empreendedores digitais crescem a cada dia, mostrando a eles a necessidade de um bom relacionamento, qualificativos aplicados a sua persona para atrair mais seguidores e em consequência trazer benefícios ao seu mercado de atuação, mais uma ferramenta aplicada em ambos.

Marketing de relacionamento

Esse é o relacionamento aplicado entre clientes e fornecedores, aplicado a desenvolver relacionamento e construir solida estrutura de acompanhamento a fim de gerar vendas, derivado do marketing tradicional aplica também ao digital.

Com isso podemos notar que a semelhança é nítida e que nos mostra ser ou ter o mesmo perfil, não podemos então separar um do outro se ambos são os mesmos, para que não venhamos desprezar livros de marketing tradicionais ou até mesmo cursos de marketing tradicional, se queremos nos dedicar ao marketing digital, temos por fim que nos dedicar ao MARKETING seja qual for sua definição, independente de onde iremos aplicar suas técnicas.

Conclusão

O Marketing é um só, com diversas ferramentas e aplicações estratégicas com sub-nomes derivado de um mesmo perfil, a busca pelo conhecimento de marketing deve ser focado na sua palavra-chave MARKETING e não importando o seu local de aplicação, após o conhecimento de marketing aparecerá diversas ferramentas para a atuação e execução digital, a cada tempo novos termos aparecerão, mas ele nunca deixará de se o bom e velho MARKETING.

Fonte: Administradores

As dificuldades em reter um cliente

Atualmente, os compradores têm à sua disposição uma ampla gama de produtos e serviços. Eles fazem suas escolhas com base na percepção de valor, qualidade e serviço.

Entendo como fidelidade o ato da mesma pessoa realizar várias compras na mesma loja e ainda recomendá-la aos seus amigos e parentes. Mas como conseguir isso quando o cliente tem tantas informações à sua disposição? Não é uma tarefa fácil, principalmente no e-commerce.

Sabe-se que conquistar novos clientes pode custar até cinco vezes mais do que satisfazer e reter os já existentes. A empresa precisa procurar vantagens competitivas, entregar valor e satisfação para o potencial cliente o tempo todo. É preciso que ele tenha uma experiência positiva. Sua satisfação consiste na sensação de prazer ou de decepção em relação às suas expectativas.

Novas pessoas fazem sua primeira compra virtual todos os dias, sempre estimuladas pela comodidade ou por bons preços. Para satisfazê-las, a empresa precisa contar com uma boa plataforma, que seja fácil de ser utilizada, e um SAC com pessoas treinadas para resolver os problemas com rapidez.

Esse tem sido um tema de muita preocupação das empresas, mas a questão é que é preciso cada vez mais estratégias consistentes para reter o cliente. As lojas já sabem que compradores satisfeitos constituem seu capital mais precioso.

Estamos vivendo um momento crucial do novo consumidor brasileiro, com novos hábitos, atitudes, níveis de renda. A empresa que quiser sair na frente precisa analisar o comportamento dos seus clientes e entendê-lo, só assim será possível satisfazê-los e, principalmente, surpreendê-los.

Fonte: Administradores

Gradiente anuncia o lançamento do C600

A IGB Eletrônica, dona da Gradiente, lançará em outubro o ‘Gradiente iPhone’, modelo C600, que, segundo a empresa, chega ao mercado para concorrer com o aparelho da Apple.

Em fevereiro, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) decidiu que o uso da marca é de direito da Gradiente, que pediu o registro do nome em 2000 e obteve a autorização oito anos depois. A Apple fez o pedido de registro da marca no País em 2007, ano em que lançou a primeira versão do celular.
A Apple procurou os advogados da IGB para negociar a compra dos direitos da marca, mas a empresa brasileira recusou a oferta. “A companhia decidiu dar andamento no processo judicial por ela movido em São Paulo e contestar o processo que é movido contra o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) e contra a companhia na Justiça Federal do Rio de Janeiro”, afirma a Gradiente em nota.

O ‘Gradiente iPhone’ será uma versão atualizada da versão lançada em 2012, que conta com sistema operacional Android, e custará metade do preço que o iPhone da empresa norte-americana.

Fonte: Reuters.