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O Boticário promove a Blitz Torcida Linda com estúdio de maquiagem móvel

Entre 12 e 30 de junho, O Boticário promove a Blitz Torcida Linda em sete regiões do país com o objetivo de deixar as torcedoras brasileiras ainda mais lindas. Elas serão maquiadas gratuitamente sob a inspiração da make eleita a número um pelos internautas no concurso promovido no Portal Viva Linda (www.boticario.com.br/vivalinda).

A blitz disponibilizará vans que serão estacionadas em pontos onde há grande circulação feminina, como academias, bares, restaurantes, faculdades, praças, praias e centros comerciais. Dentro do veículo, a convidada terá um estúdio de maquiagem completo e será atendida por um profissional de O Boticário, que produzirá um look cheio de charme para torcer pelo Brasil. As participantes terão suas fotos publicadas no hotsite da Torcida Linda (www.boticario.com.br/torcidalinda) e no Instagram da marca.

Esta superprodução está programada para Recife e São Paulo (12 a 16 de junho), Rio de Janeiro (12 a 30 de junho), Belo Horizonte (18 a 23 de junho), Salvador (19 a 23 de junho), Fortaleza (25 a 30 de junho) e Brasília (26 a 30 de junho).

Fonte: Cidade MArketing

Sessenta anos de Cannes: Será que vai ter live marketing?

Para comemorar os 60 anos de existência do maior festival de criatividade do mundo, grandes ideias realizadas por importantes nomes da indústria foram reunidas no livro Game Changers, que estará disponível apenas em Cannes até o final do Festival.

Uma exposição com campanhas das últimas seis décadas também estará aberta aos participantes para visitação. E um documentário, a ser criado pela Jack Morton Worldwide será realizado com o patrocínio do próprio Festival.
Convenhamos: falta uma promo aí no meio, não acham? A ideia do documentário será “capturar a experiência única de estar em Cannes Lions”, de acordo com o release. Porém, a experiência de fato só acontece naqueles dias, naquele lugar.

Nas palavras do próprio Philip Thomas, CEO, “Cannes Lions tem um alcance sem fronteiras no mundo da criatividade. Acontece durante apenas uma semana, mas para os envolvidos tem um apelo emocional e transformador que de diversas maneiras formata o mercado. É essa a essência que tentaremos capturar no filme”, explica.

Nos meios digitais, a aplicação para smartphones, já tradicional no evento, trouxe interessantes vídeos de ações premiadas numa linha do tempo digital. A app está disponível para todos os usuários de smartphones e é gratuita.

Enquanto esperamos pelo documentários, ficamos aqui esperançosos de ver alguma ativação inovadora também nos dias que estivermos pelo Palais, para que Cannes prove que não apenas o mundo transcendeu as ideias criativas tradicionais, mas também o Festival. Faltam dois dias!

Fonte: Promoview

Boulevard São Gonçalo promove sinuca com os pés

O Boulevard São Gonçalo inova mais uma vez e promove um grande evento em comemoração à Copa das Confederações.

Uma mesa de sinuca em tamanho gigante será montada no primeiro piso do shopping para que os clientes possam conhecer uma nova experiência de jogo: o FutBoulevard.
Na brincadeira, as regras são de sinuca, mas os jogadores usam os pés. Sempre em duplas, eles terão que encaçapar as 15 bolas. Os primeiros a conseguirem o maior número ganham a partida. A mesa estará disponível para o público entre os dias 17 e 30/06, sempre das 10h às 22h.

Além disso, até o dia 30/06 o Boulevard irá exibir os jogos da Copa das Confederações em um telão instalado na praça de alimentação. O funcionamento do telão será de acordo com o horário dos jogos a serem realizados durante o campeonato.

De acordo com a gerente de Marketing do Boulevard São Gonçalo, Andréa Pereira, as ações buscam trazer o espírito esportivo para dentro do shopping.

“O futebol é uma paixão nacional e o Boulevard não poderia ficar fora dessa grande festa que será a Copa das Confederações. Esperamos que os clientes gostem da brincadeira e que o evento seja um sucesso”, afirma.

Fonte: Promoview

Não busque ser melhor que os outros, busque descobrir no que você é melhor

Onde está seu foco? Superar os outros ou superar a si mesmo? Você está trabalhando duro para surpreender os outros ou para perceber o quanto é capaz? Costumamos admirar a oratória daquele, a liderança daquela e esquecemos que nós temos qualidades únicas ou você acha que tem uma digital e uma íris exclusiva à toa? Você tem algo que os outros não tem, que pode ser a humildade, talvez um memória grande, ser esforçado, habilidade para falar em público ou talvez é muito organizado.

Descubra seu dom, aquilo em que você é melhor e aperfeiçoe sua melhor qualidade. Não fique insistindo em ser quem você não é ou tentando copiar o sucesso de alguém que tem a essência bem diferente da sua. Também não fique tentando se moldar as outras pessoas só por causa do dinheiro, ganhar bem não significa que a pessoa tenha se encontrado na vida e que esteja feliz.

A resposta não está fora de você, pelo contrário, ela já nasceu com você! As respostas para suas grandes dúvidas estão mais próximas do que você imagina, basta você descobrir no que você é bom, o que mais te elogiam e encontrar a profissão que mais ter a ver com sua luz interior.

Fonte: Administradores.com

Não basta ter clientes

Que o cliente é a razão de ser e a chave de sobrevivência de um negócio ninguém duvida. No entanto, o que nem todos têm consciência é que interagir com ele é salutar, em qualquer segmento, em qualquer tempo. Por ser considerado caro, muitas empresas costumam preferir reverter esse valor para fazer marketing, reduzir custos e alavancar o lucro em curto e médio prazos.

Grandíssimo erro.

Afinal, não basta ter clientes, é preciso garantir que eles estejam satisfeitos, sempre. Parece elementar – mas não é. Muitas companhias gastam milhões para atrair novos consumidores, mas não se preocupam em manter – dentro de casa – os que já consomem sua marca. E, em um mundo conectado e com baixa fidelidade do cliente perante as marcas (o Brasil é um dos países mais infiéis, segundo pesquisa recente da Accenture), competir apenas com base em preço ou em atrativos superficiais e voláteis é extremamente difícil – todos estão aptos a trocar uma empresa por outra em um piscar de olhos.

No passado não tão remoto, a satisfação do cliente costumava ser difícil de acompanhar e mensurar. No entanto, hoje em dia, clientes estão dispostos a compartilhar suas opiniões e experiências mais do que nunca. Mas, o fazem, na grande maioria das vezes, publicamente, à revelia da tutela das empresas. O que faz com que as marcas passem a ser vitrine e/ou vidraça e que se tenha pouco – ou nenhum – controle sobre esse resultado com enorme potencial de viralização. Mas nem tudo está perdido e não é preciso que as empresas fiquem apenas assistindo sua imagem (e, consequentemente, sua receita) subir ou descer a ladeira, como um carro governado por uma massa de contentes ou descontentes. Basta que ocupem e invistam, justamente, na comunicação constante com seu público.

E não estamos falando em comunicação de mão única. Até porque, se formos na origem latina da palavra, não existe comunicação que não seja uma troca, um compartilhamento.

Nesse contexto, durante décadas, os centros de atendimento ao cliente, ou contact-centers, tiveram sua imagem associada à repetição e a situações de baixo valor agregado, além de alto custo, como mencionado na abertura desse artigo. Aos poucos, as tecnologias de autoatendimento mudaram essa natureza e automatizaram grande parte do contato entre cliente e empresa. Somado a isso, houve o surgimento de novas plataformas de interação, como as redes sociais. Essas mudanças fizeram com que, para atividades simples como consultas a informações, por exemplo, os clientes – de fato – passassem a preferir canais com maior automatização e baixa interação. Nesse caso, ganharam – e seguem ganhando – em satisfação as companhias que saíram na frente e que estimulam esse tipo específico de comunicação, baseado em muita tecnologia de ponta.

Mas não para por aí.

Afinal, quando um cliente realmente faz o "sacrifício" de ligar para uma empresa, é porque ele tem a real necessidade de interação humana, de praticar a comunicação em sua potência máxima – 77% dos consumidores brasileiros e mexicanos ainda preferem o telefone, segundo pesquisa da Avaya realizada em 2011. Por isso, falar (literalmente) com o cliente não deveria ser tratado como um gasto ou uma inconveniência, mas sim como uma grande oportunidade. Um serviço ao cliente – forte e estruturado -, apoiado por organizações ágeis e proativas, terá sucesso na era social. Como resposta, o atendimento, por sua vez, precisa evoluir. Ao invés de simplesmente ser um fórum de resoluções, ele precisa ser proativo. Os diagnósticos em tempo real e as ferramentas tecnológicas de monitoramento permitem que os agentes identifiquem as questões relacionadas à satisfação, antes que apareçam tweets ou postagens furiosas no Facebook.

Isto significa que os profissionais alocados para cuidar da interação entre público e marca precisam conhecer a fundo as ferramentas e os sistemas organizacionais, bem como ter a habilidade de resolver facilmente (e rapidamente) uma variedade ampla de problemas e situações. E, principalmente, de entender qual a hora de sair da plataforma puramente digital e estabelecer um contato pessoal. Afinal, é preciso cuidar da percepção do cliente. É preciso falar com ele. As conversas – humanas, atentas, inteligentes e amparadas por tecnologia com qualidade – são ótimas oportunidades para favorecer relacionamentos, reverter adversidades, criar novos caminhos e construir boas percepções.

Nesse sentido, o que temos percebido – para o bem das relações entre empresas e consumidores -, é que as organizações estão redescobrindo o valor das interações (independentemente do meio) com o cliente, as quais são um privilégio para qualquer marca, não uma obrigação ou um fardo.

Fonte: ClienteSA