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Serviços gratuitos de beleza para mulheres no Instituto Embelleze

Que mulher não gostaria de se embelezar em um salão e, ainda por cima, de graça? Para ajudar na realização deste sonho, o Instituto Embelleze promove, em âmbito nacional, uma onda de atendimentos de beleza em homenagem às mulheres brasileiras. No dia 8 de março, das 8h às 20h, oito mil mulheres ficarão mais belas.

Para brindá-las pelo seu dia, a programação do Instituto Embelleze incluirá cortes de cabelo, escova, maquiagem, esmaltação e penteados. A ação promocional será realizada pelas 250 unidades da rede em todo o País. Algumas delas optaram por promover o dia de beleza em hospitais, ONGs e associações.

Para atingir a marca de oito mil, cada escola enviará para a franqueadora uma listagem de hora em hora com o número de atendimentos realizados, informando os nomes das pessoas atendidas.

“Nossa ação visa a propiciar um momento especial para as mulheres nesta data comemorativa. Há muito tempo o Instituto Embelleze é sinônimo de beleza no Brasil. Por meio de nossa dedicação à arte de embelezar e de formar profissionais capacitados para este mercado, desejamos aumentar a autoestima das mulheres, tornando-as mais felizes”, diz o coordenador pedagógico da rede, Jailson Gaby.

Compre no ponto de vendas e ganhe brindes on-line

Relacionamentos são construídos por meio de uma série de interações que acontecem entre empresas e clientes, possibilitando às empresas o acesso a informações mais apuradas a respeito dos desejos e necessidades do público, o desenvolvimento de ações adequadas e mensuração do potencial de consumo. Cada vez mais, marcas de grande porte estão focando seus esforços de comunicação no consumidor, na medida em que a demanda excede a procura e o mercado se torna mais competitivo em razão do aumento da concorrência. Por essas razões, ações promocionais nos pontos de vendas estão indo além das mecânicas “compre e ganhe brindes”. Já estamos assistindo o mercado desenvolver campanhas de relacionamento nos pontos de vendas que estimulam a interação on-line.

Uma dessas empresas é a Sadia. O objetivo da última ação promocional da empresa buscou estreitar o relacionamento com o consumidor e aumentar a divulgação espontânea do presunto Sadia no ponto de venda. Para isso, a empresa criou uma ação on-line que está atraindo a atenção dos consumidores nos pontos de vendas de todo o país. A partir do conceito “Leve & Revele Sadia”, a promoção reforça os principais atributos do presunto suíno cozido e sugere a compra de 400 g do produto, mediante o direito de revelar até 15 fotos digitais de acordo com as especificações do consumidor. Uma forma de dizer “compre e ganhe brindes” de um jeito diferenciado e criativo. Ou melhor, ação acontece no ponto de venda e promove relacionamento on-line.

Para participar, o consumidor foi convidado a cadastrar o código promocional no site da promoção, informar dados pessoais, e fazer o upload de 15 fotos que deseja revelar. As fotos foram reveladas e entregues gratuitamente na casa do participante. Até o final do mês de maio, foram distribuídos cerca de 20 mil vales-brindes. A parceria com a empresa Foto Registro é no mínimo inusitada. O endereço do site da promoção assinada pela Sadia leva para o site da empresa que revelou as fotos. Quando o consumidor acessa o endereço eletrônico percebe que está na página da promoção “Leve & Revele Sadia”, mas não no site oficial da marca, que renovou uma mecânica promocional que sempre deu certo: “compre e ganhe brindes”.

O consumidor brasileiro conhece os atributos dos produtos que compra, participa de diversas ações promocionais e, daqui para frente, deve ser surpreendido com ações promocionais que pretendem desenvolver interatividade de todas as formas e por meio de diferentes mídias. Especificamente falando de ações de relacionamento percebe-se que até os formatos mais clássicos de as ações no ponto de venda estão sendo reformulados. Sinal de que, aos poucos, não só as mídias on-line e off-line se confundem como as ações também estão inter-relacionadas, gerando em campanhas de comunicação integrada.

Fonte: Inteligemcia

Preocupação com privacidade pode ser uma boa chance para conquista de fãs

Com a proliferação de notícias (reais e fakes) sobre os cuidados com a privacidade nas redes sociais, muitas pessoas estão deixando de postar suas opiniões com medo de “teorias conspiratórias” relativas ao Facebook.

Infelizmente, não há muito equilíbrio na rede de Zuckerberg. Ou se posta sobre cada detalhe íntimo ou o silêncio impera devido ao medo do desconhecido. São poucos os que procuram averiguar o que realmente é verdade.

Na verdade, tudo é mais simples do que se imagina. O controle de cada usuário em relação aos seus posts está em suas próprias mãos. É só acessar a parte de configurações de privacidade e tornar sua timeline personalizada (esta é minha dica particular). Preocupar-se é sinal de sensatez, mas há limites para isso…

De toda forma, acredito que este seja o momento para as empresas brasileiras apostarem ainda mais no conteúdo de seus posts e na interação. Ou seja, os usuários estão em uma fase extremamente propícia para compartilhar! O número de likes nas postagens das companhias está crescendo. Isto é, as pessoas não saíram da rede. Elas permanecem no Facebook e continuam curiosas, em busca de novidades.

Sua empresa pode se valer desse momento investindo em mais conteúdo e mostrando ao usuário que é uma fonte confiável de informação na área de interesse dele. Ser uma referência pode ser algo muito valioso em tempos de informações falsas ou piadas de mal gosto feitas por quem quer se aproveitar da “anonimidade” da internet.

Se você anda sem ideias, acha que sua Fan Page está parada, aproveite agora para ativar seu departamento de marketing. Além disso, não se esqueça, é claro, de se focar no planejamento estratégico e produzir posts mais interessantes. Caso seja necessário, mude sua equipe. Criatividade já! Se tudo ocorrer desta forma, não se assuste se o número de shares aumentar consideravelmente, assim como o de fãs e, consequentemente, o de vendas.

Esta é uma grande tendência, pessoal.

Fonte: www.pontomarketing.com

O número de fãs e likes não representa o valor real de sua Fan Page

A preocupação de muitas empresas em relação a seus negócios no Facebook é saber o número de fãs e likes de sua Fan Page. Isso é importante? Até certo ponto, pois demonstra se tal página está sendo realmente “curtida”. Porém, não se trata de um indicador direto de aumento de vendas.

O fato é que a real presença de uma companhia em uma rede social é a conquista de novos clientes e, é claro, o engajamento de seus fãs atuais. Porém, para que toda esta fidelidade aconteça, não basta ter uma página legal, é preciso ir além.

Pense em como você age quando está navegando no Facebook. Se está pensando em comprar uma bicicleta, as chances de olhar na página de um amigo que é entusiasta por ciclismo são altas, correto? Então, acaba por visualizar seus comentários em relação à bicicleta X e realiza a compra. Isso acontece porque se trata de um amigo e você confia nele.

Nós temos vínculos com pessoas com gostos similares aos nossos. Isso significa que nossas conexões sociais são as melhores fontes para novos negócios. Ou seja, o valor verdadadeiro de uma Fan Page é mostrar a identidade do seu produto e/ou serviço. Isso é feito através de mensagens espalhadas pelos seus clientes, que são realizadas naturalmente. É desta forma que você adquire mais fãs, que darão continuidade ao processo.

São pessoas que confiam em sua marca, que farão propaganda para sua companhia porque realmente a apreciam, ou porque leram a mensagem de um amigo sobre ela. Isso sim é engajamento. Como já disse aqui algumas vezes, não basta estar presente em uma rede social para acelerar seus vendas. São necessários bons planos de estratégia e marketing. O grande foco? Bem, em minha opinião, sempre o conteúdo, como neste caso.

Então, como fazer?

Você conseguirá atingir um público mais amplo para sua página por meio de seus fãs atuais.

De que maneira?
•Incentive interações através de conteúdo relevante e atrativo;
•Promova concursos e testes (assim poderá conhecer melhor a personalidade de seus clientes, descobrindo fatos importantes, o que irá ajudá-lo na elaboração do conteúdo );
•Peça para que eles postem fotos na página de sua empresa;
•Crie concursos que propaguem a partilha social;
•Forneça experiências visuais que realmente valham a pena ser compartilhadas;
•Promova eventos interessantes.

Tudo isso junto, certamente, irá gerar interação. Da interação para o compartilhamento é um pulo. Assim, você conseguirá construir engamento real. O resultado? Mais clientes. Aposte!

Fonte: www.pontomarketing.com

Mercado: Cuidado com os concorrentes “Kamikaze”!

Já ouviu falar em Kamikaze? Eles eram aviadores japoneses do tempo da guerra que tinham como missão destruir o máximo de navios inimigos, mesmo que para isso tivessem que cair em cima deles. Concorrência Kamikaze é a mesma coisa: competidores que entram no mercado com a intenção de pegar a maior fatia do bolo possível no menor tempo possível, mesmo que tenham que sacrificar seu faturamento. Em alguns casos, raros casos, isso é feito de maneira bem calculada, por mais que pareça suicídio. Na maioria deles, o sentimento dessa concorrência é “Vamos destruir esses concorrentes desgraçados! Eles vão quebrar! Então, pegamos o lugar deles!” É um raciocínio de quem tem como sócio na empresa o Coelho da Páscoa e o Duende Mágico.

Lógica Kamikaze
Apenas empresas com muito poderio “bélico” podem se dar ao luxo de praticar o chamado dumping (baixar os preços ao limite do ridículo apenas para pegar os clientes da concorrência e fazê-la quebrar de vez), uma manobra imoral, desleal e inclusive passível de condenação pelos órgãos reguladores. Disfarçadamente, porém, grandes empresas abrem unidades ao lado do estabelecimento adversário e fazem promoção atrás de promoção, até que o concorrente desista e feche ou venda seu negócio (alô, Walmart!).

O Kamikaze, na sua loucura, tenta fazer igual, mas sem os bilhões de dólares de suporte. Ele baixa o preço, o concorrente também, então ele baixa mais, e vai baixando sem se entregar. Isso prejudica sim a concorrência, ao mesmo tempo que o prejudica mais. Na ânsia de abater a concorrência como a um inimigo mortal, o Kamikaze morre junto e ainda fica se perguntando o por quê.

Você é um concorrente suicida?
Será que você está também praticando esse tipo de tática sem se dar conta? Se sim, pare e recalcule seus preços imediatamente, mesmo que os clientes achem ruim. Se não fizer, pode chegar a uma espiral de queda sem volta.

Se você ficou meio doido sem saber se está com preços acima ou abaixo e se está iludido com o crescimento, leve em conta os seguintes aspectos sobre precificação:

Pesquisa de mercado: Quanto os concorrentes estão cobrando? Faça uma pesquisa com os principais, apenas para ter uma ideia, mas não baseie seus preços exclusivamente nisso;
Custos de produção: Quanto irá custar para você produzir e entregar o que você oferece ao cliente? Tenha tudo isso na ponta do lápis (ou na seta do mouse);
Lucro mínimo: Quanto espera lucrar em cada produto ou serviço oferecido? Alguns serviços podem ter margem de lucro maior que outros.
Finalmente, e é a melhor parte: Como você vende o que você vende? Já pensou na possibilidade de que seu produto ou serviço não é caro, apenas é vendido de forma não compatível ao que ele exige?

Esqueça a opção de ser um Kamikaze de preços. Não vale a pena. Ao contrário, trabalhe a melhor maneira de vender bem.

Fonte: www.pontomarketing.com